Fechamento de Mercado: exterior e risco fiscal voltam a pesar e Ibovespa recua

A penúltima segunda-feira (23) de 2024 foi de liquidez reduzida, volatilidade e cautela nos mercados globais. Nos Estados Unidos, os rendimentos dos Treasuries (títulos de dívida americana) retomaram a trajetória de alta – impulsionados pela baixa expectativa de corte mais acentuado nos juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central do país) em 2025 – e ajudaram a fortalecer o dólar em escala global.
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Já os índices de Nova York subiram com o apoio do setor de tecnologia, apesar de dados de atividade mais fracos que o esperado. Na Europa, o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido abaixo da expectativa foi o principal gatilho para o fechamento em queda das principais bolsas.
No Brasil, após uma nova deterioração nas estimativas para inflação, câmbio e Selic no Boletim Focus, os juros futuros e o dólar voltaram a acelerar na alta, em meio à percepção de que o pacote de corte de gastos – após diluição no Congresso – não será suficiente para equilibrar as contas públicas.
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Pressionado pelo ambiente técnico adverso, o Ibovespa hoje recuou 1,09% aos 120.767 pontos, com giro monetário de R$ 20 bilhões. No câmbio, o dólar avançou 1,86% frente ao real, cotado a R$ 6,19.
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Autor: Ágora Investimentos