Ibovespa Ao Vivo: Bolsa abre em alta e retoma os 132 mil pontos após tarifas


Ibovespa hoje
- Ibovespa avança aos 132,2 mil pontos, dólar comercial recua a R$ 5,60 e juros futuros têm perdas.
- Ações de Petrobras (PETR4) caem 3%, de Vale (VALE3) recuam 2% e grandes bancos sobem juntos.
- Petróleo cai 6% com tarifas de Trump e Opep+ acelerando aumentos de produção.
- China e UE reagem em peso a bomba tarifária de Trump e ameaçam forte retaliação.
Confira as últimas dos mercados
Déficit comercial dos EUA diminui em fevereiro
Com barris de petróleo em forte queda de 6%, ações de Petrobras recuam hoje; PETR3 perde 3,50% e PETR4 recua 3,04%
Questão geopolítica dificulta negociação da China com EUA sobre tarifa, diz analista
Maria Irene Jordão, da XP, alertou também que além de riscos de inflação e recessão, o fiscal passa a preocupar ainda mais nos Estados Unidos.
Stuhlberger vê Brasil “muito beneficiado” em guerra comercial de Trump
O presidente e chefe de investimentos da prestigiada gestora Verde Asset, Luis Stuhlberger, afirmou nesta quinta-feira que o Brasil foi “muito beneficiado” pelos impactos do tarifaço anunciado na véspera pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “O Brasil saiu muito beneficiado dessa história, porque como a gente tem uma balança comercial equilibrada para os EUA, essa conta, essa métrica, dá zero. Zero de tarifa. Quem dá zero tem o mínimo de 10%”, afirmou o executivo em evento de lançamento de fundo de previdência privada multimercado Verde Icatu. “Resta saber se o Brasil vai saber aproveitar essa oportunidade”, acrescentou.
EUA: PMI Composto em março sobe a 53,5, de 51,6 em fevereiro
O levantamento é da S&P Global.
Mais uma máxima: Ibovespa sobe 0,96%, aos 132.449,01 pontos
EUA: PMI de Serviços em março sobe a 54,4, de 51,0 em fevereiro
O levantamento é da S&P Global. Leituras acima de 50 mostram expansão do setor e abaixo, retração.
Canadá: PMI de Serviços em março desce a 41,2, abaixo dos 46,6 do fevereiro, o mais baixo patamar desde junho de 2020
O levantamento é da S&P Global e é o quarto mês seguido que a atividade canadense está no terreno da contração (abaixo de 50).
Ibovespa renova máxima, com +0,75%, aos 132.176,42 pontos
Nova máxima: Ibovespa sobe 0,70%, aos 132.113,33 pontos
DXY: índice dólar recua 2,12%, aos 101,60 pontos
O DXY mede a força do dólar americano frente a uma cesta de moedas fortes: iene, euro, libra esterlina, coroa sueca, dólar canadense e franco suíço.
Nova máxima: Ibovespa sobe 0,63%, aos 132.013,45 pontos
Ibovespa renova máxima, com +0,59%, aos 131.963,82 pontos
Ações de Vale (VALE3) renovam mínima, com -2,27%, a R$ 55,64
Petróleo internacional despenca nas duas principais referências: WTI perde 7,20%, a US$ 66,55; e Brent desce 6,68%, a US$ 69,94
VIX: índice de volatilidade nos EUA dispara 22,27%, aos 26,30 pontos
VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira recua 2,04%, aos 15,85 pontos
Nova máxima: Ibovespa sobe 0,58%, aos 131.955,34 pontos
Petróleo cai 6% com tarifas de Trump e Opep+ acelerando aumentos de produção
Os preços do petróleo caem mais de 6% nesta quinta-feira, com a Opep+ acelerando a redução dos cortes na produção de petróleo em maio, o que agravou as perdas já acentuadas após o anúncio do presidente dos EUA, Donald Trump, de novas tarifas abrangentes na véspera. O Brent estava a caminho da pior queda percentual desde 1º de agosto de 2022, enquanto o WTI teria a pior baixa desde 11 de julho de 2022. Oito países da Opep+ concordaram em avançar com o plano de aumento da produção de petróleo, agora com o objetivo de retornar 411.000 barris por dia ao mercado em maio, em comparação com os 135.000 bpd inicialmente planejados, conforme acordado pelo grupo em reunião de ministros nesta quinta-feira. “Primeiro vieram temores de recessão e demanda impulsionados pela ‘bazuca tarifária’ de Trump, e agora a perspectiva de aumento da oferta pela Opep+, e o petróleo vê um tombo de dois dias, devolvendo mais da metade dos ganhos do mês anterior”, disse o analista do Saxo Bank, Ole Hansen. (Reuters)
Ibovespa renova máxima, com +0,53%, aos 131.880,72 pontos
Principais índices em Nova York abrem dia com fortes perdas, refletindo as tarifas anunciadas ontem
Investidores em Wall Street saíram de suas posições depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, revelou tarifas abrangentes de pelo menos 10% e até mais para alguns países, aumentando os riscos de uma guerra comercial global que atingiria a já combalida economia norte-americana. “O que foi entregue foi tão aleatório quanto qualquer coisa que esta administração fez até agora, e o nível de complicação além do nível máximo de novas tarifas é pior do que se temia e ainda não estava precificado no mercado”, disse à CNBC Art Hogan, estrategista-chefe de mercado da B. Riley Wealth Management.
- Dow Jones: -2,78%
- S&P 500: -3,37%
- Nasdaq: -4,51%
Indústria da Alemanha prevê forte impacto das tarifas de Trump
As tarifas de longo alcance anunciadas pelos Estados Unidos causarão um grande golpe na indústria alemã, importante exportador para a maior economia do mundo, disseram os líderes do setor, com um instituto avaliando os danos esperados em 200 bilhões de euros. Abrangendo tudo, desde carros e autopeças até produtos farmacêuticos e maquinário, os EUA foram o maior parceiro comercial da Alemanha em 2024, de acordo com o escritório de estatísticas, com 253 bilhões de euros em mercadorias trocadas entre eles. “Para ser bem sincero, vamos sentir isso”, disse Dirk Jandura, presidente da associação BGA da Alemanha, que representa importadores e exportadores. “Teremos de traduzir as tarifas em aumentos de preços e, em muitos casos, isso significa uma queda nas vendas.” (Reuters)
Ibovespa renova máxima, com +0,23%, aos 131.489,59 pontos
Fitch rebaixa rating da China para “A”
A agência global de recomendação de risco Fitch rebaixou nesta quinta-feira o rating de longo prazo em moeda estrangeira da China de “A+” para “A”, citando as expectativas de um enfraquecimento contínuo das finanças públicas e o rápido aumento da dívida.
Varejistas operam com ganhos; AZZA3 sobe 3,99%, MGLU3 ganha 3,40%, CEAB3 avança 2,14% e PETZ3 ganha 1,46%
Ibovespa vira para alta, com +0,12%, aos 131.342,33 pontos
Ações de Petrobras ampliam perdas; PETR3 cai 4,04% e PETR4 perde 3,66%
Índice de Small Caps (SMLL) agora sobe 1,13%, aos 1.976,60 pontos, em nova máxima do dia
Índice de Small Caps (SMLL) sobe 1,08%, aos 1.975,57 pontos, nova máxima do dia
Grandes bancos viram para alta e diminuem pressão sobre o IBOV: BBDC4 sobe 0,56% e SANB11 ganha 0,26%
Supermercadistas começam a quinta-feira com altas consistentes: ASAI3, +3,97%; CRFB3, +0,54%; GMAT3, +3,23%
Ibovespa recua com repercussão de tarifas de Trump
O Ibovespa opera com queda nos primeiros negócios desta quinta-feira (3), aos 130,6 mil pontos, na ritmo do desempenho internacional, após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar, na véspera, tarifas comerciais mais agressivas do que o esperado, impulsionava os temores de uma recessão global. Caem forte as ações de Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3), enquanto os grandes bancos operam mistos e as varejistas avançam. A taxação será de pelo menos 10% a todos os exportadores para os Estados Unidos, com taxas ainda maiores para cerca de 60 nações, incluindo a China, que agora enfrentará uma tarifa bem acima de 50% sobre muitos produtos —assim como a União Europeia, Japão e Vietnã, em uma medida que intensifica a guerra comercial que ele iniciou em seu retorno à Casa Branca. O Brasil ficou com a tarifa mínima, de 10%, o que foi visto como positivo para o mercado doméstico. A tarifa universal de 10%, que exclui determinados produtos, entrará em vigor em 5 de abril, enquanto as taxas recíprocas mais altas para parceiros serão implementadas em 9 de abril. A China e a UE prometeram responder com medidas retaliatórias. O governo brasileiro lamentou a tarifa adicional de 10% sobre os produtos importados do Brasil, acrescentando que avalia todas possibilidades de resposta, incluindo um recurso à OMC. Na cena política, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará do evento “O Brasil dando a volta por cima”, em que buscará fazer um balanço dos dois primeiros anos de seu governo, às 10h, em meio a sua forte queda recente de popularidade. Em Wall Street, o Dow Jones Futuro opera com queda de 2,90%, S&P500 tem desvalorização de 3,30% e Nasdaq Futuro cai 4,10%. (Felipe Alves)
Hapvida (HAPV3) começa sessão com mais 0,92%, a R$ 2,20
Frigoríficos abrem com baixas: BEEF3, -0,46%; BRFS3, -1,16%; JBSS3, -1,57%; MRFG3, -1,97%
Ibovespa acelera perdas para 0,60%, aos 130.398,09 pontos
Siderúrgicas caem no primeiro dia pós-anúncio de tarifas do governo Trump: CSNA3, -1,89%; GGBR4, -2,20%; GOAU4, -2,21%; USIM5, -0,86%
Petro juniores desabam no início da sessão: PRIO3, -6,06%; RECV3, -5,29%; BRAV3, -8,33%
Aéreas iniciam dia com altas: AZUL4, +1,52%; GOLL4, +2,13%
Petrobras abre dia com fortes baixas, na cola do petróleo internacional: -2,87% (PETR3) e -3,12% (PETR4)
Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,6223 e venda a R$ 5,6229
Vale (VALE3) começa pregão com forte baixa de 1,95%, a R$ 55,82
Ibovespa sai dos leilões com baixa de 0,04%, aos 131.141,70 pontos
Embraer (EMBR3) abre pregão com baixa de 1,16%, a R$ 64,04, após dados de produção do 1T25
Eletrobras (ELET3 ELET6) começa pregão com altas de 0,74% e 0,34%, respectivamente
B3 (B3SA3) já vira para alta, com 0,24%, a R$ 12,45
Grandes bancos iniciam sessão com perdas: BBAS3, -0,11%; BBDC4, -0,24%; ITUB4, -0,86%; SANB11, -0,26%
B3 (B3SA3) começa dia com baixa de 0,08%, a R$ 12,41
Ibovespa abre, preliminarmente, com baixa de 0,05%, aos 131.127,03 pontos
Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com alta de 0,01%, aos 1.954,71 pontos
Setor de serviços do Brasil ganha força em março mas confiança recua, mostra PMI
O setor de serviços brasileiro ganhou tração em março com a entrada de novos negócios e aumento da produção, mas a confiança das firmas caiu para o menor patamar em quase quatro anos, apontou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI) nesta quinta-feira. A S&P Global informou que seu PMI de serviços do Brasil subiu de 50,6 em fevereiro a 52,5 em março, leitura mais elevada desde novembro. A marca de 50 separa crescimento de contração. Os entrevistados citaram o aumento de novos negócios como a principal razão por trás do crescimento da produção, com as vendas marcando o ritmo mais forte em quatro meses. A melhora da demanda levou os fornecedores de serviços a recrutar novos funcionários pelo quinto mês seguido em março, mas com menos força do que em fevereiro. No entanto, a confiança do setor caiu para o menor nível em 46 meses em março, com as evidências apontando que o otimismo foi afetado pelo aumento da inadimplência, pressões de preços e taxas de juros elevadas. (Reuters)
Ibovespa futuro amplia perdas, com -0,35%, aos 130.290 pontos
EUA: índices futuros mantêm fortes quedas após detalhes de tarifas de Trump
- Dow Jones Futuro: -2,93%
- S&P 500 Futuro: -3,64%
- Nasdaq Futuro: -4,31%
Ibovespa futuro volta a cair, com -0,08%, aos 130.640 pontos
Políticas de Trump estimularão mais compras de ouro pelos bancos centrais
Bancos centrais devem ajudar a manter os ganhos do ouro neste ano com compras destinadas a diversificar ainda mais as reservas em relação ao dólar devido aos riscos decorrentes das políticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022 foi o primeiro catalisador para as compras dos bancos centrais, que desde então adquiriram mais de 1.000 toneladas métricas de ouro por ano, o dobro da média anual da década anterior. O ouro à vista atingiu seu último recorde de US$3.167,57 a onça nesta quinta-feira, com um avanço de 19% desde o início de 2025 e uma alta de 71% desde o final de 2022. No último trimestre de 2024, quando Trump venceu a eleição nos EUA, as compras de bancos centrais aceleraram 54% em relação ao ano anterior, para 333 toneladas, de acordo com uma estimativa do Conselho Mundial do Ouro (WGC). “Atualmente, os bancos centrais dos mercados emergentes detêm cerca de 10% de seus ativos em ouro. Na verdade, eles deveriam deter 30% de seus ativos em ouro”, disse o estrategista de commodities do BofA Michael Widmer. Ele afirmou que isso exigiria que os bancos centrais aumentassem suas reservas em 11.000 toneladas de ouro e acrescentou que a incerteza sobre a política econômica dos EUA permanecerá por alguns anos. (Reuters)
Tarifas de Trump dão ao dia uma forte onda de aversão ao risco, mas real se beneficia, diz especialista
Leonel Mattos, analista de Inteligência de Mercado da StoneX, antecipa que o dia “promete muita volatilidade e movimentações bruscas depois do choque tarifário anunciado pelos EUA ontem”. Ele nota que o anúncio “veio entre os piores cenários esperados pelos analistas com uma taxa global de 10% sobre as importações de todos os países do mundo, embora a gente ainda esteja buscando clareza sobre México, Canadá e Rússia que não estão inclusos na lista da Casa Branca; evidentemente a gente deve observar nas próximas horas e nos próximos dias anúncios de retaliações para alguns países, outros buscando negociar junto à Casa Branca exceções ou reduções nessas tarifas, mas o movimento, a tendência geral é essa intensificação das barreiras por um tempo considerável”. Assim, a reação foi imediata, com uma forte onda de aversão ao risco, o dólar índex caindo 2% na sessão, euro, franco suíço e iene japonês fortalecendo bastante, commodities perdendo muito, o petróleo caindo mais de 4%. “Então, realmente é uma forte aversão ao risco e busca por ativos de segurança globalmente, o que tende a prejudicar as economias emergentes”. Ele entende que, em princípio, é um fator de pressão autista para o real: “esse bom desempenho do real é que comparativamente a economia brasileira foi menos prejudicada ou pode ser menos prejudicada do que as outras economias, do que economias pares, e isso logicamente favorece o Brasil no médio prazo por ter condições de exportação menos desfavoráveis do que as outras economias”.
Elon Musk continuará sendo conselheiro de Trump, diz vice-presidente dos EUA
O bilionário Elon Musk continuará sendo amigo e conselheiro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e do vice-presidente JD Vance, mesmo depois que ele deixar seu cargo no Departamento de Eficiência Governamental (Doge), disse Vance em uma entrevista à Fox News nesta quinta-feira. O Politico e a ABC noticiaram na quarta-feira que Trump afirmou a membros de seu gabinete que Musk logo partirá e retornará ao setor privado, embora não esteja claro se Musk vai sair antes que seu mandato de 130 dias como funcionário especial do governo expire no final de maio. “O Doge tem muito trabalho a fazer e, sim, esse trabalho continuará depois que Elon sair. Mas, fundamentalmente, Elon continuará sendo um amigo e conselheiro meu e do presidente”, disse ele. (Reuters)
Dólar comercial reduz queda para 1,11%, a R$ 5,636
Ibovespa futuro reduz ganhos para +0,33%, aos 131.185 pontos
EUA: pedidos iniciais de seguro-desemprego esta semana ficaram em 219 mil, abaixo da expectativa de 225 mil
A leitura da semana anterior apontou 225 mil (revisada de 224 mil). A média das últimas quatro semanas ficou em 223,00 mil, enquanto a das quatro encerradas na semana passada ficou em 224,25 mil (revisada de 224,00 mil). Os pedidos contínuos estão em 1,903 milhão, acima do 1,847 milhão da semana anterior (revisados de 1,856 milhão).
Petróleo e mais commodities têm forte queda com tarifas de Trump ameaçando demanda
Os futuros do petróleo Brent registravam a maior baixa desde outubro.
Rússia, Cuba e Coreia do Norte escapam do pior da ira tarifária de Trump
Enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciava tarifas sobre aliados e inimigos, incluindo Europa, Índia, Japão e China, alguns dos países mais sancionados do mundo — Rússia, Belarus, Cuba e Coreia do Norte — evitavam ser escolhidos para receber um tratamento punitivo especial. Com o mundo dominado pela guerra comercial, Trump impôs uma tarifa de 10% sobre a maioria dos produtos importados para os Estados Unidos. A China, o maior fornecedor de produtos para os EUA, agora enfrenta uma tarifa de 54% sobre todas as exportações para o maior consumidor do mundo. “Diante de uma guerra econômica implacável, os Estados Unidos não podem mais continuar com uma política de rendição econômica unilateral”, disse Trump ao apresentar as tarifas. A Casa Branca divulgou uma lista de comentários de pessoas elogiando suas tarifas. Eles disseram que os trabalhadores norte-americanos comuns seriam beneficiados após anos do que descreveram como abuso de parceiros comerciais como a China. (Reuters)
Tarifaço deve apoiar deflação e incentivar flexibilização monetária na China, diz ING
O banco aponta que, com o anúncio tarifário feito por Trump, as alíquotas para produtos chineses comercializados nos EUA podem chegar a 54%.
ADRs da Vale caem 2,87%, a US$ 9,80, no pré-mercado
Relembre as tarifas anunciadas por país ontem pelo governo Trump
País | Tarifas cobradas pelos EUA | Tarifas recíprocas descontadas pelos EUA |
---|---|---|
China | 67% | 34% |
União Europeia | 39% | 20% |
Vietnã | 90% | 46% |
Taiwan | 64% | 32% |
Japão | 46% | 24% |
Índia | 52% | 26% |
Coreia do Sul | 50% | 25% |
Tailândia | 72% | 36% |
Suíça | 61% | 31% |
Indonésia | 64% | 32% |
Malásia | 47% | 24% |
Camboja | 97% | 49% |
Reino Unido | 10% | 10% |
África do Sul | 60% | 30% |
Brasil | 10% | 10% |
Bangladesh | 74% | 37% |
Singapura | 10% | 10% |
Israel | 10% | 10% |
Filipinas | 34% | 17% |
Chile | 10% | 10% |
Austrália | 10% | 10% |
Paquistão | 58% | 29% |
Turquia | 10% | 10% |
Sri Lanka | 88% | 44% |
Colômbia | 10% | 10% |
Peru | 10% | 10% |
Nicarágua | 36% | 18% |
Noruega | 30% | 15% |
Costa Rica | 17% | 10% |
Jordânia | 40% | 20% |
República Dominicana | 10% | 10% |
Emirados Árabes | 10% | 10% |
Nova Zelândia | 20% | 10% |
Argentina | 10% | 10% |
Equador | 12% | 10% |
Guatemala | 10% | 10% |
Honduras | 10% | 10% |
Madagascar | 93% | 47% |
Mianmar | 88% | 44% |
Tunísia | 55% | 28% |
Cazaquistão | 54% | 27% |
Sérvia | 74% | 37% |
Egito | 10% | 10% |
Arábia Saudita | 10% | 10% |
El Salvador | 10% | 10% |
Costa do Marfim | 41% | 21% |
Laos | 95% | 48% |
Botsuana | 74% | 37% |
Trinidad e Tobago | 12% | 10% |
Marrocos | 10% | 10% |
Dólar comercial amplia perdas, com -1,56%, a R$ 5,610
Embraer (EMBR3): entregas no 1T25 foram ligeiramente piores do que o esperado, diz banco
A Embraer (EMBR3) relatou ontem, após o fechamento do mercado, números de entrega ligeiramente abaixo das expectativas do Itaú BBA. As entregas comerciais atingiram 7 jatos (estáveis ano a ano), o que é 2 unidades abaixo da previsão de 9 entregas. As entregas executivas totalizaram 23 aeronaves (aumento de 28% ano a ano), em linha com a previsão do banco, embora ligeiramente mais concentradas em jatos leves. “O primeiro trimestre tem um fator de sazonalidade negativo e deve ter pouco impacto na perspectiva para o ano inteiro”, sublinha a análise. “Portanto, a ação do preço da ação hoje pode ser mais influenciada por fatores diferentes dos números de entrega”. O banco mantém classificação outperform e continua gostando da história em torno do nome. “No entanto, observamos investidores inclinando seus portfólios para um beta mais alto”.
Índice EWZ sobe 0,42% na pré-abertura dos EUA
DIs: juros futuros abrem dia com baixas por toda a curva
Taxa (%) | Variação (pp) | |
DI1F26 | 14,885 | -0,095 |
DI1F27 | 14,620 | -0,175 |
DI1F28 | 14,385 | -0,190 |
DI1F29 | 14,370 | -0,205 |
DI1F31 | 14,560 | -0,190 |
DI1F32 | 14,600 | -0,180 |
DI1F33 | 14,600 | -0,180 |
DI1F34 | 14,570 | -0,120 |
DI1F35 | 14,570 | -0,160 |
As 6 ações brasileiras para ganhar com as tarifas nos EUA, segundo a XP
Em relatório, estrategistas também apontam que saldo do anúncio da véspera foi positivo para o Brasil, mas que há também alertas.
Preços dos combustíveis no Brasil estão levemente abaixo da paridade internacional, diz Abicom
Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 267 dias aumento dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 3 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta.
- Diesel A S10 (média nacional): -1%, ou -R$ 0,05 (ontem: -4% ou +R$ 0,14)
- Gasolina A (média nacional): -1%, ou -R$ 0,04 (ontem: -4% ou -R$ 0,13)
Ibovespa futuro renova máxima, com +0,53%, aos 131.430 pontos
Bitcoin Futuro (BITFUT) inicia sessão com recuo de 2,70%, aos 469.920,00
Mini-índice com vencimento em abril (WINJ25) já vira para alta, com 0,17%, aos 131.980 pontos
Minidólar com vencimento em maio (WDOK25) começa o dia com baixa de 1,30%, cotado a 5.645,50
Dólar comercial abre em baixa de 1,42%, cotado a R$ 5,617 na compra e a R$ 5,619 na venda
Mini-índice com vencimento em abril (WINJ25) abre com baixa de 0,07%, aos 130.670 pontos
Ata do BCE mostra preocupações com tarifas e impacto na inflação
As barreiras comerciais dos Estados Unidos pesarão sobre o crescimento, mas seu impacto sobre a inflação é bem menos certo, tornando imperativo que o Banco Central Europeu não se comprometa com nenhum movimento específico até que tenha uma série de evidências em dados, mostrou a ata da reunião de 5 e 6 de março do BCE. “Foi dito que os prováveis choques no horizonte, incluindo a escalada das tensões comerciais e a incerteza de modo mais geral, podem pesar significativamente sobre o crescimento”, mostrou o documento nesta quinta-feira. “Foi argumentado que esses fatores podem aumentar o risco de não atingir a meta de inflação no médio prazo.” “A combinação de tarifas e medidas de retaliação dos EUA também pode representar riscos de alta para a inflação, especialmente no curto prazo”, acrescentou o BCE. (Reuters)
Dólar futuro abre em baixa de 1,28%, cotado aos 5.646,50 pontos
Ibovespa futuro abre em queda de 0,20%, cotado aos 130.490 pontos
XP: Oportunidades de swing trade para hoje, por Gilberto Coelho
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho e Mauro Botto
Opep+ avançará em plano de ampliar produção de petróleo com aumento maior em maio
Oito países da Opep+ concordaram nesta quinta-feira em avançar com o plano de aumento da produção de petróleo, ampliando-a em 411.000 barris por dia em maio. “Isso inclui o aumento originalmente planejado para maio, além de dois aumentos mensais”, disse a Opep em comunicado.
Tarifas podem gerar ‘interrupções generalizadas’ em setores-chave dos EUA, diz Fed
Segundo o informativo, essas preocupações são ecoadas por líderes firmariais, especialmente os do setor de manufatura.
Líderes mundiais condenam tarifas de Trump e alguns prometem retaliação
Países de todo o mundo, incluindo alguns dos aliados mais próximos dos Estados Unidos, condenaram o anúncio de tarifas recíprocas feito pelo presidente Donald Trump e alguns prometeram contramedidas, ao mesmo tempo em que esperam que a Casa Branca esteja aberta a negociações. A China pediu que os Estados Unidos cancelem imediatamente suas tarifas mais recentes e prometeu salvaguardar seus próprios interesses, ameaçando levar as maiores economias do mundo a uma guerra comercial que provavelmente afetará as cadeias de suprimentos globais. “Esse não é o ato de um amigo”, disse o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, uma nação frequentemente descrita como o “xerife adjunto” dos Estados Unidos na Ásia. “As tarifas do governo (Trump) não têm base lógica e vão contra a base da parceria de nossas duas nações.” Líderes de Japão, Nova Zelândia, Taiwan e Coreia do Sul, todos grandes aliados dos EUA na região, criticaram a medida de Trump. “Precisamos decidir o que é melhor para o Japão e o que é mais eficaz, de forma cuidadosa, mas ousada e rápida”, disse o ministro do Comércio, Yoji Muto, quando perguntado se o Japão iria retaliar. (Reuters)
UE precisa fechar acordos comerciais com outros parceiros, incluindo Mercosul, diz Costa, da UE
As tarifas comerciais anunciadas pelos Estados Unidos na quarta-feira devem incentivar a Europa a firmar acordos de livre comércio com outros parceiros no mundo, incluindo o Mercosul, disse o presidente do Conselho da União Europeia, Antonio Costa, nesta quinta-feira. “Vamos nos engajar com todos os nossos parceiros e continuar a fortalecer e expandir nossa rede comercial. Agora é o momento de ratificar os acordos com o Mercosul e o México e avançar decisivamente nas negociações com a Índia e outros parceiros importantes”, disse Costa na rede social X.
Quaest: Percentual de quem acha que Lula não deveria disputar 2026 cresce e vai a 62%
O índice dos que acham que Lula não deve tentar um quarto mandato cresceu dez pontos porcentuais desde o último levantamento do instituto.
Azul (AZUL4) aprova homologação de aumento de capital no valor de R$ 3,1 bi
Capital social da Azul passa a ser de R$ 5,398 bilhões, representado por 929 milhões de ações ordinárias e 431,8 milhões de ações preferenciais.
Japão está “desapontado” com tarifas de Trump e promete apoiar firmas
O primeiro-ministro do Japão, Shigeru Ishiba, disse nesta quinta-feira que está desapontado com o fato de seu país não ter obtido uma isenção das novas tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e prometeu medidas para ajudar a indústria japonesa a lidar com as consequências. As autoridades japonesas não forneceram nenhuma indicação sobre uma possível retaliação, mas questionaram se as tarifas são consistentes com os acordos da Organização Mundial do Comércio (OMC) e se alguns dos cálculos dos EUA sobre as próprias tarifas do Japão são precisos. O Instituto de Pesquisa Daiwa estimou que as tarifas recíprocas de 24% impostas por Trump ao Japão poderiam reduzir o Produto Interno Bruto real em 0,6% neste ano, após um crescimento ligeiro de 0,1% em 2024. “Solicitamos que o governo dos EUA revise suas medidas tarifárias unilaterais em vários níveis e estamos extremamente desapontados e lamentamos que tais medidas tenham sido implementadas mesmo assim”, disse Ishiba a repórteres. (Reuters)
Agenda do dia
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, tem dois compromissos nesta quinta-feira. Pela manhã, às 9h, participa de uma audiência por videoconferência com representantes do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para tratar de assuntos institucionais. À tarde, às 16h, reúne-se com o embaixador interino dos EUA, Gabriel Escobar, e outros representantes da diplomacia americana no Brasil. Ambos os encontros serão fechados à imprensa. O presidente Lula reúne-se às 9h com o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira. Às 10h, participa do evento “Brasil dando a volta por cima”, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. À tarde, às 14h40, recebe o secretário especial para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Marcos Rogério de Souza, seguido, às 15h, por uma reunião com a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo. Encerrando o dia, às 16h, Lula se reúne com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, acompanhado dos ministros Fernando Haddad (Fazenda), Simone Tebet (Planejamento e Orçamento) e Esther Dweck (Gestão e Inovação).
Eleições 2026: Lula lidera 2º turno contra todos os concorrentes, diz pesquisa Quaest
Em uma reedição do segundo turno da eleição da 2022, Lula tem 44% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro aparece com 40%.
Motta confirma Lira como relator de proposta de isenção do IR para quem ganha até R$5 mil
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), confirmou nesta quinta-feira a escolha do ex-presidente da Casa Arthur Lira (PP-AL) para relator do projeto de isenção do imposto de renda da pessoa física para quem ganha até R$5 mil reais mensais. “Anuncio que a Comissão Especial que vai analisar o projeto de lei de isenção do imposto de renda até R$5 mil será presidida pelo deputado Rubens Júnior (PT- MA). A relatoria do PL fica com o ex-presidente e deputado Arthur Lira (PP-AL)”, escreveu Motta em sua conta no X. A informação de que Lira deveria relatar a proposta foi antecipada à Reuters na quarta-feira por uma fonte com conhecimento do assunto. Promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a isenção de IR para quem ganha até R$5mil é uma das prioridades do governo no Congresso, especialmente em um momento em que o presidente sofre uma queda de popularidade apontada nas pesquisas de opinião. (Reuters)
Consumidor americano é o maior prejudicado com tarifas de Trump, diz economista da MB
Trump propôs uma alíquota mínima de 10% sobre importações de todos os países.
China pede que EUA suspendam tarifas imediatamente e promete retaliação
A China pediu aos Estados Unidos nesta quinta-feira que cancelem imediatamente suas tarifas mais recentes e prometeu contramedidas para proteger seus próprios interesses, depois que o presidente Donald Trump declarou taxas abrangentes sobre todos os parceiros comerciais dos EUA em todo o mundo. A medida dos EUA desconsidera o equilíbrio de interesses alcançado nas negociações comerciais multilaterais ao longo dos anos e o fato de que há muito tempo eles se beneficiam do comércio internacional, disse o Ministério do Comércio da China em um comunicado. “A China se opõe firmemente a isso e tomará contramedidas para salvaguardar seus próprios direitos e interesses”, afirmou o ministério, com as maiores economias do mundo parecendo estar prestes a se aprofundar em uma guerra comercial que pode abalar as cadeias de suprimentos globais. (Reuters)
Barris de petróleo caem 4% e minério de ferro recua
Os preços do petróleo caem quase 3% nesta quinta depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou tarifas recíprocas sobre parceiros comerciais, alimentando preocupações de que uma guerra comercial global pode reduzir a demanda por petróleo bruto. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com tarifas dos EUA, mas demanda resiliente por aço limita perdas.
- Petróleo WTI, -4,74%, a US$ 68,31 o barril
- Petróleo Brent, -4,44%, a US$ 71,62 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,67%, a 743,50 iuanes (US$ 102,30)
Economia da zona do euro teve crescimento apenas modesto em março, mostra PMI
A economia da zona do euro registrou um crescimento modesto pelo terceiro mês em março, uma vez que o setor industrial do bloco mostrou sinais de recuperação e seu setor de serviços expandiu em um ritmo ligeiramente mais rápido do que em fevereiro, segundo uma pesquisa. No entanto, esses sinais de recuperação podem ter sido devidos à antecipação de compras por parte das fábricas, que queriam entregar os produtos aos clientes antes que uma nova rodada de tarifas dos Estados Unidos entrasse em vigor. O Índice de Gerentes de Compras (PMI) Composto final do HCOB para o bloco, compilado pela S&P Global e considerado um bom indicador da saúde econômica geral, subiu de 50,2 para 50,9 em março. Essa leitura ficou acima da preliminar de 50,4, mas abaixo de sua média de longo prazo e não muito acima da marca de 50 que separa a contração do crescimento.
Bolsas da Europa caem mais de 2% em reação ao tarifaço de Trump
Os mercados europeus recuam enquanto tarifas de Trump ameaçam crescimento econômico da região. A taxação de 20% para União Europeia marca uma escalada dramática na guerra comercial global de Trump e, no que diz respeito à Europa, ameaça acabar com grande parte da expansão da zona do euro que o Banco Central Europeu prevê para este ano e o próximo. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, reagiu aos anúncios de tarifas afirmando que a União Europeia está preparando novas contramedidas contra os EUA caso as negociações fracassem.
- STOXX 600: -2,13%
- DAX (Alemanha): -2,39%
- FTSE 100 (Reino Unido): -1,55%
- CAC 40 (França): -2,64%
- FTSE MIB (Itália): -2,34%
Bolsas da Ásia fecham dia no vermelho após novas tarifas
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam no vermelho, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, impôs pesadas tarifas recíprocas a mais de 180 países e territórios — vários dos quais estão na região. A China foi impactada por uma nova tarifa de 34%, que se somará à taxa existente de 20% sobre as importações chinesas pelos EUA, elevando a tarifa efetiva total para 54%. Enquanto isso, produtos da Índia, Coreia do Sul e Austrália enfrentam tarifas de 26%, 25% e 10%, respectivamente.
- Shanghai SE (China), -0,24%
- Nikkei (Japão): -2,77%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -1,52%
- Kospi (Coreia do Sul): -0,76%
- ASX 200 (Austrália): -0,94%
EUA: índices futuros despencam 3% após anúncio de tarifas de Trump
Os índices futuros dos EUA operam com forte desvalorização nesta quinta-feira (3), após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar, na véspera, tarifas comerciais mais pesadas do que o esperado, aumentando os riscos de uma guerra comercial global que atingiria a já abalada economia dos EUA. As novas tarifas variam conforme o país, chegando a até 49% no caso do Camboja. Após o anúncio, a Casa Branca esclareceu que os percentuais apresentados por Trump incluem tanto as tarifas recíprocas quanto a taxa base de 10%. Dessa forma, países que já haviam sido alvo de sobretaxas anteriormente, como Canadá e China, enfrentarão um aumento adicional.
- Dow Jones Futuro: -2,93%
- S&P 500 Futuro: -3,52%
- Nasdaq Futuro: -3,97%
Após quatro meses de queda, o IAEmp volta a subir
Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) do FGV IBRE subiu 0,4 ponto em março, para 76,3 pontos. Na média móvel trimestral, o IAEmp recuou 0,7 ponto, a quinta queda seguida.
Abertura de mercados
Investidores demonstram enorme aversão ao risco nesta quinta-feira, em busca de ativos seguros — como o ouro, títulos e o iene –, uma vez que repercutiam o anúncio de tarifas recíprocas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na véspera, que impulsionava os temores de uma recessão global. Trump disse na quarta-feira que vai impor uma tarifa básica de 10% sobre todas as importações para os EUA e taxas mais altas sobre alguns dos maiores parceiros comerciais do país, em uma medida que intensifica a guerra comercial que ele iniciou em seu retorno à Casa Branca. As importações chinesas serão afetadas por uma tarifa de 34%, além dos 20% impostos anteriormente, elevando o novo imposto total para 54%. A União Europeia, por sua vez, enfrentará uma tarifa de 20% e o Japão será alvo de uma taxa de 24%. O Brasil recebeu uma tarifa de 10%. A tarifa universal de 10%, que exclui determinados produtos, entrará em vigor em 5 de abril, enquanto as taxas recíprocas mais altas para parceiros serão implementadas em 9 de abril. A China e a UE prometeram responder com medidas retaliatórias. O governo brasileiro lamentou a tarifa adicional de 10% sobre os produtos importados do Brasil, acrescentando que avalia todas possibilidades de resposta, incluindo um recurso à Organização Mundial de Comércio (OMC). Enquanto isso, a Câmara dos Deputados aprovou, em uma resposta ao tarifaço de Trump, um projeto que estabelece critérios para a reação do Brasil a barreiras e imposições comerciais de nações ou blocos econômicos contra produtos nacionais. (Reuters)
Principais índices em Nova York terminaram ontem com ganhos consistentes
Investidores em Wall Street, assim como do resto do mundo, aguardam o anúncio das tarifas detalhadas pelo governo dos EUA, em evento conduzido por Donald Trump. “Achamos que o mercado continuará tenso até que saibamos sobre retaliações e/ou medidas de escalada ou retórica dos principais parceiros comerciais”, disse à CNBC Jon Brager, gerente de portfólio da Palmer Square Capital Management. “Os mercados podem lidar com muitas notícias ruins”, disse também à CNBC Jan Szilagyi, CEO e cofundador da Reflexivity. “No entanto, no ambiente atual, a complexidade dos cenários possíveis seria difícil de analisar, mesmo se você soubesse definitivamente que um deles vai acontecer – e nós não sabemos”.
Dia (%) | Pontos | |
Dow Jones | 0,56 | 42.225,32 |
S&P 500 | 0,67 | 5.670,88 |
Nasdaq | 0,87 | 17.601,05 |
DIs: juros futuros fecharam sessão de ontem de forma mista
Taxa (%) | Variação (pp) | |
DI1F26 | 14,980 | -0,025 |
DI1F27 | 14,795 | -0,060 |
DI1F28 | 14,575 | -0,040 |
DI1F29 | 14,575 | -0,020 |
DI1F31 | 14,750 | 0,030 |
DI1F32 | 14,780 | 0,030 |
DI1F33 | 14,780 | 0,040 |
DI1F34 | 14,690 | 0,020 |
DI1F35 | 14,730 | 0,040 |
Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,27%
O dólar voltou a subir, após duas baixas seguidas diante do real. O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos de 0,39%, aos 103,85 pontos.
- Venda: R$ 5,699
- Compra: R$ 5,698
- Mínima: R$ 5,661
- Máxima: R$ 5,714
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
Dia (%) | Valor (R$) | |
CSNA3 | -5,17 | 8,99 |
COGN3 | -3,24 | 2,09 |
BRAV3 | -2,78 | 22,69 |
CMIN3 | -2,45 | 5,96 |
GOAU4 | -1,84 | 9,07 |
Maiores altas
Dia (%) | Valor (R$) | |
PCAR3 | 15,84 | 3,51 |
MGLU3 | 7,08 | 11,19 |
VAMO3 | 7,00 | 4,74 |
RENT3 | 3,85 | 36,45 |
RAIL3 | 3,56 | 16,87 |
Mais negociadas
Negócios | Dia (%) | |
VALE3 | 37.560 | -0,45 |
RENT3 | 36.048 | 3,85 |
RAIL3 | 35.498 | 3,56 |
BRAV3 | 35.103 | -2,78 |
PRIO3 | 33.505 | -1,20 |
Ibovespa fechou ontem com alta de 0,03%, aos 131.190,34 pontos
- Máxima: 131.423,84
- Mínima: 130.392,60
- Diferença para a abertura: +43,05 pontos
- Volume: R$ 18,20 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (31): -1,25%
- Terça-feira (1º): +0,68%
- Quarta-feira (2): +0,03%
- Semana: -0,54%
- Abril: +0,71%
- 2T25: +0,71%
- 2025: +9,07%
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Esta notícia foi originalmente publicada em:
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Autor: Felipe Alves