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Saque na Poupança pode encarecer imóvel para a classe média; veja as taxas

Rephrase my Os bancos destinam 5% dos depósitos da poupança para o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), responsável pela oferta de crédito para financiamento de imóveis
Com o aumento do volume de resgate da poupança, o mercado imobiliário busca outras fontes de recursos que podem tornar o acesso ao crédito mais caro para a classe média brasileira
Os altos volumes de saques da poupança visto nos últimos meses podem tornar financiamentos de imóveis mais caros para a classe média brasileira. Isso porque a retirada na caderneta impacta diretamente a principal fonte de recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que existe para promover o financiamento imobiliário no País. Com menor volume de dinheiro disponível na poupança, a tendência é que os juros das linhas de crédito fiquem mais altos no mercado.Os saques da poupança vem superando o volume dos depósitos. Desde maio de 2022 a captação líquida da aplicação financeira mais tradicional entre os brasileiros tem tido saldos negativos. Segundo dados Elos Ayta Consultoria, em 2023 os brasileiros retiraram R$ 46,24 bilhões da caderneta de poupança. O volume está R$ 5 bilhões acima do montante de depósitos durante o mesmo período. O comportamento reflete a necessidade dos brasileiros em retirar parte dos seus recursos para o pagamento de dívidas – veja os detalhes nesta reportagem.O problema é que a necessidade de atender os imprevistos financeiro gera uma pressão no mercado imobiliário. Os bancos destinam 65% dos depósitos da poupança para o SBPE, responsável pela maior parte dos recursos utilizados em financiamentos de imóveis do País a taxa de juros limitados em 12% ao ano e prazo de pagamento de até em 35 anos. No entanto, com o fluxo de saída de recursos da poupança, Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) afirma que as instituições financeiras estão utilizando “um pouco acima” do normal para os financiamentos.A situação obrigou o setor a buscar outras fontes de recursos para compensar os baixos volumes da poupança. A Abecip explica que as Letras de Crédito Imobiliário (LCI), os Certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) e as Letras Imobiliária Garantida (LIG) têm sido as opções que setor vem recorrendo como fonte de recurso complementar. “Esse funding de mercado têm um custo maior, mas vêm sendo utilizados em conjunto com os recursos da poupança, atenuando o custo da operação”, informou a associação, em nota ao E-Investidor.Porém, o ciclo de queda da Selic, a taxa básica de juros, pode aliviar a pressão dos saques da poupança sobre o mercado imobiliário. A Abecip acredita que, com os recentes cortes da Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), as perdas na caderneta devem diminuir. “Os produtos de investimento com rendimentos atrelados ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI, taxa de operações entre in for better SEO.  

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