Stablecoin USDC patrocina Chelsea e ganha exposição a bilhões de pessoas
A stablecoin USDC, emitida pela Circle, é a nova patrocinadora oficial do Chelsea e vai estampar a frente da camisa do clube nesta temporada de 2026/27. O anúncio foi feito na semana passada.
Os valores do acordo não foram divulgados, mas uma reportagem publicada pelo site SportsPro no início deste ano estima o acordo em cerca de US$ 88 milhões.
É a primeira vez que uma firma do setor cripto patrocina um time da Premier League, abrindo uma oportunidade de exposição da USDC para um público muito maior – inclusive para pessoas que ainda não conhecem o mercado de criptomoedas.
E não é pouca gente. Segundo o relatório anual da Premier League, 1,45 bilhão de pessoas assistiram ao vivo a jogos da competição na temporada 2024/25, enquanto cerca de 1,9 bilhão seguem a liga mundialmente.
Além disso, 900 milhões de lares tinham acesso às transmissões da competição em 189 países.
Em nota à imprensa, Kash Razzaghi, diretor comercial da Circle, afirmou que a parceria representa uma visão compartilhada sobre o futuro das finanças.
“A USDC na icônica camisa do Chelsea mostra ao mundo como é o futuro das finanças globais: aberto, sem fronteiras e feito para todos.”
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Segunda maior stablecoin de dólar
A USDC é a segunda maior stablecoin pareada ao dólar em valor de mercado, com US$ 73,4 bilhões, segundo dados do CoinMarketCap. Ela fica atrás apenas da USDT, emitida pela Tether, que tem valor de mercado de US$ 183,3 bilhões.
Em agosto, o volume negociado de USDC nas exchanges com operação no Brasil chegou a R$ 6,38 bilhões, de acordo com dados da plataforma Índice Biscoint.
firmas cripto e futebol
A aproximação entre firmas cripto e clubes de futebol começou há alguns anos. Em 2023, por exemplo, a exchange global OKX fechou um acordo de patrocínio com o Manchester City. O contrato foi avaliado em cerca de US$ 70 milhões na época.
“Neste ano, a exchange americana Kraken também fechou uma parceria relacionada à Copa do Mundo de 2026. A corretora pode realizar ações de marketing e ativações voltadas aos torcedores durante o torneio.
Veja as cotações das principais criptomoedas às 8h30.
Bitcoin (BTC): -0,78%, US$ 77.912,24
Ethereum (ETH): +0,07%, US$ 2.454,36
BNB (BNB): -0,25%, US$ 686,67
XRP (XRP): -0,02%, US$ 1,37
Solana (SOL): -1,74%, US$ 102,14
Outros destaques do mercado cripto
Fan tokens brasileiros na Solana. A Chiliz, plataforma de blockchain voltada a fan tokens, ampliou as negociações de cinco criptos de futebol: Flamengo ($MENGO), Palmeiras ($VERDAO), Fluminense ($FLU), Vasco da Gama ($VASCO) e São Paulo FC ($SPFC). Agora, os tokens também estão disponíveis na blockchain Solana. Segundo a firma, a expansão cria uma nova alternativa para os torcedores e usuários do mercado cripto comprarem, manterem e negociarem esses ativos.
Brasileiro ama dólar digital. E as criptos de dólar não param de chamar atenção no Brasil. Dados do Mercado Bitcoin mostram que o número de novos clientes que passaram a alocar recursos em stablecoins na plataforma nesta semana foi 20 vezes maior que o registrado na semana anterior. O movimento foi puxado principalmente pelo USDT, seguido pelo USDC. Motivos? Gerar rendimento e dolarizar o patrimônio,
Polymarket vale bilhões. A Polymarket, plataforma de apostas baseada em blockchain, levantou US$ 1 bilhão em uma nova rodada de investimentos. A captação foi liderada pela 1789 Capital, firma de venture capital ligada a Donald Trump Jr., filho do presidente dos EUA. Com a nova bolada, o protocolo, que foi proibida no Brasil no começo deste ano pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), agora é avaliado em cerca de US$ 21 bilhões. Muita grana, hein?
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Esta notícia foi originalmente publicada em:
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Autor: Lucas Gabriel Marins
