Distensão entre EUA e Irã anima mercados globais e impulsiona ativos de risco
Sinais de distensão nas relações entre Estados Unidos e Irã têm animado investidores ao redor do mundo e impulsionado os ativos de risco (como ações e commodities) nos principais mercados globais. Segundo a mídia internacional especializada, o ex-presidente norte-americano Donald Trump afirmou que autoridades iranianas teriam interrompido as execuções de manifestantes, movimento que, em tese, reduziria a probabilidade de uma ação militar entre os países.
Ainda assim, o cenário permanece incerto. Alguns veículos seguem reportando, por exemplo, que o espaço aéreo do Irã continua fechado, o que mantém parte do mercado em estado de cautela.
Para além das bolsas de valores, os rendimentos dos Treasuries (títulos da dívida pública dos Estados Unidos, considerados os ativos mais seguros do mundo) e o dólar operam próximos da estabilidade na manhã desta sexta-feira (16).
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Em contraste, os metais preciosos, como ouro e prata, recuam em sua maioria, refletindo a menor demanda por ativos defensivos em um ambiente de maior apetite por risco.
Entre as commodities, os contratos futuros do petróleo (acordos de compra e venda do produto para uma data futura) registram queda superior a 4%, em meio à percepção de menor risco geopolítico no Oriente Médio.
Já os preços futuros do minério de ferro recuaram 1,03% durante a madrugada na bolsa de Dalian, principal centro de negociação da commodity na China, sendo cotados a US$ 116,57 por tonelada.
No Brasil, após o Ibovespa renovar sua máxima histórica na sessão anterior, o mercado agora se pergunta se o índice terá fôlego adicional para seguir avançando. O ambiente externo mais favorável, contudo, reforça a possibilidade de continuidade desse bom momento para os ativos locais.
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Autor: Ágora Investimentos