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Gestor da Oi (OIBR3) rebate credores sobre venda de ativo por valor irrisório

O gestor judicial Bruno Rezende, do escritório Preserva Ação, que está no comando da Oi (OIBR3) desde que a direção da firma foi afastada, rebateu as alegações de credores a respeito do processo de venda de ativos da companhia.

Os credores da Oi, representados pela administradora UMB Bank, encaminharam nesta segunda-feira (9), uma petição à Justiça contestando os termos do processo de venda da fatia da Oi na V.tal – conforme mostrou mais cedo reportagem da Broadcast.

No documento, os credores reclamam que o prazo para venda é curto demais, o que pode comprometer a atração de interessados e levar a ofertas com valores bem abaixo do mínimo de R$ 12,3 bilhões esperados no certame.

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Em nota à Broadcast, Rezende reafirmou que o edital da alienação das ações da V.Tal estabelece preço mínimo de R$ 12,3 bilhões, a ser integralmente pago à vista por eventual interessado, sendo vedadas propostas em pagamento diferido, bem como a utilização de qualquer modalidade de crédito, ativo, compensação ou outra forma de contrapartida que não seja moeda corrente nacional.

“Dessa forma, é inteiramente equivocada a alegação de venda de ativo por valor irrisório apresentada sem qualquer fundamentação técnica pelo UMB Bank”, afirmou Rezende.

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Esta notícia foi originalmente publicada em:
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Autor: Estadão Conteúdo

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