Família Coelho Diniz eleva fatia no GPA e alcança 25,1%

A família Coelho Diniz aumentou sua participação e agora detém, em conjunto, 25,1% das ações ordinárias do GPA, dono do Pão de Açúcar e do Extra.
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O movimento ocorre poucos dias depois de o GPA derrubar a cláusula de poison pill, que antes exigia uma oferta pública de aquisição para qualquer investidor que ultrapassasse 25% do capital.
Com a barreira removida, a base acionária da firma começa a se reorganizar rapidamente
Em conjunto, André Luiz, Alex Sandro, Fábio, Henrique Mulford e Helton Coelho Diniz ampliaram o investimento na varejista. A família já despontava como um dos principais acionistas do grupo varejista desde o ano passado.
No GPA, disputa por posição
O avanço dos Coelho Diniz acontece ao mesmo tempo em que Silvio Tini, o outro grande nome nessa reacomodação acionária, também elevou sua participação. Por meio da Bonsucex, Tini passou a deter 25,8% das ações — tornando-se o maior acionista individual da companhia.
Os dois blocos agora concentram fatias semelhantes e superiores à do Casino, grupo francês que foi controlador do GPA por mais de uma década e vem reduzindo gradualmente sua presença desde a reestruturação financeira da varejista.
O GPA segue a execução do plano aprovado na recuperação extrajudicial de R$ 4,5 bilhões.
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Autor: Raquel Brandão