Últimas Notícias

Solana testa atualização histórica para deixar rede mais rápida

A rede da Solana (SOL), sétima maior criptomoeda do mercado, iniciou os testes da maior atualização de sua história, batizada de Alpenglow.

Na prática, a blockchain da criptomoeda quer reformular seu mecanismo de consenso – sistema responsável por validar e registrar informações, como transações.

A promessa é deixar a rede mais rápida e eficiente, o que, segundo analistas, pode ampliar o interesse de firmas e instituições em usar o projeto como infraestrutura.

Hoje, de acordo com dados da plataforma RWA.xyz, a solana é a terceira rede mais utilizada para tokenização – processo que transforma ativos tradicionais em tokens registrados em blockchain. O valor total depositado na rede soma US$ 2,2 bilhões.

O ethereum (ETH) lidera o setor, com US$ 17,4 bilhões, enquanto a BNB Chain, da exchange Binance, ocupa a segunda posição, com US$ 4 bilhões.

Segundo os desenvolvedores, os atuais testes servem para avaliar se a atualização funciona de forma estável antes da implementação definitiva. Caso não ocorram problemas, a expectativa é que a Alpenglow seja implantada nos próximos meses.

Solana sobe 15%

O avanço da atualização também vem ajudando o desempenho da criptomoeda no mercado. Nos últimos 30 dias, a SOL acumulou alta de 15%, sendo negociada a US$ 94,95. No mesmo período, o bitcoin (BTC) avançou 12%.

Rony Szuster, head de research do Mercado Bitcoin (MB), afirma que começam a ganhar força também as estratégias de firmas que incluem solana em suas tesourarias, movimento que pode se tornar um importante vetor de demanda – e, consequentemente, de valorização do ativo.

“Diante desse cenário, o ecossistema segue em forte expansão e mantém uma perspectiva bastante positiva para maio”.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 8h00.

Bitcoin (BTC):  -0,37%, US$ 80.640,64

Ethereum (ETH): -1,92%, US$ 2.285,43

BNB (BNB): -1,15%, US$ 661,29

XRP (XRP): -0,13%, US$ 1,44

Solana (SOL): -0,15%, US$ 94,95

Outros destaques do mercado cripto

B3, stablecoins e duplicatas. A B3 está mergulhando cada vez mais no universo cripto e avalia usar stablecoins e tokenização no sistema da Duplicata Escritural do Banco Central. Historicamente, a duplicata funciona como um documento físico emitido junto à nota fiscal. Agora, a ideia é modernizar essa estrutura. Alguns testes, tanto individuais quanto integrados, já foram realizados para avaliar a eficiência do modelo.

Alta movimentação cripto. Vira e mexe surge um novo relatório sobre a movimentação cripto na América Latina. Desta vez, um levantamento da OpenTrade mostrou que o uso de stablecoins na região movimentou US$ 324 bilhões em 2025 – um salto de quase 90% na comparação anual. Brasil e nossa hermana Argentina lideraram o cenário. Parte desse crescimento, segundo o material, vem do aumento das remessas internacionais.

A pressão continua. Falamos ontem aqui sobre o Clarity Act, projeto que busca criar um marco regulatório para o setor cripto nos Estados Unidos e que deve avançar no Congresso nesta quinta-feira (14). Pois a pressão continua. A Associação Americana de Bancos (ABA, na sigla em inglês) intensificou o lobby contra partes da proposta. A crítica está no trecho que abre espaço para stablecoins oferecerem rendimento aos usuários. Para os bancos, esses ativos podem acabar desviando depósitos das contas tradicionais.

O que achou dessa notícia? Deixe um comentário abaixo e/ou compartilhe em suas redes sociais. Assim deixaremos mais pessoas por dentro do mundo das finanças, economia e investimentos!

Esta notícia foi originalmente publicada em:
Fonte original

Autor: Lucas Gabriel Marins

Dinheiro Portal

Somos um portal de notícias e conteúdos sobre Finanças Pessoais e Empresariais. Nosso foco é desmistificar as finanças e elevar o grau de conhecimento do tema em todas as pessoas.

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo